• Brasil, que ocupa o sexto lugar do avanço feminino no setor, também tem mais empreendedoras matriculadas no ensino superior que homens

Necessidade é a chave do empreendedorismo, mas condições de apoio propícias às mulheres empreendedoras são cruciais para que elas prosperem

 Uganda e Botsuana são os países que apresentam o maior número de mulheres proprietárias de empresas

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Singapura, 7 de março de 2017 – Embora o empreendedorismo da mulher seja frequentemente fruto da necessidade e determinação, condições propícias de apoio, como oportunidades de ascensão profissional, acesso a serviços financeiros e facilidade de fazer negócios abrem caminho para o sucesso dos empreendimentos liderados por mulheres, de acordo com as informações levantadas pelo primeiro Índice de Mulheres Empreendedoras da Mastercard.

Essas condições propícias são muitas vezes necessárias para vencer o preconceito cultural avassalador e as poucas oportunidades de progresso que as mulheres têm, que são os dois obstáculos que mais desencorajam as mulheres de assumir papeis de destaque nas empresas.

No cômputo geral, os mercados desenvolvidos estão no topo do índice, liderados pela Nova Zelândia (74,4, 1º lugar), Canadá (72,4, 2º) e os Estados Unidos (69,9, 3º). Esses países apresentam condições que apoiam as mulheres a liderarem empresas, tais como comunidades de pequenas e médias empresas sólidas, alta qualidade de governança e facilidade de fazer negócios. Em geral, as economias desenvolvidas costumam apresentar resultados melhores em termos de desenvolvimento, capital intelectual e capital financeiro das mulheres.EMPREENDEDORASFEMININAS

Embora a Nova Zelândia ocupe o primeiro lugar do Índice, Uganda (34,8%, 1º) e Botsuana (34,6%, 2º) apresentam o maior número de mulheres proprietárias de empresas em termos percentuais do total de proprietários de empresas.

“O predomínio de mulheres ambiciosas e talentosas deve ser visto como uma oportunidade de negócio importante. À medida que a sociedade enfrenta o preconceito cultural existente, faremos a nossa parte para ajudar a criar as condições que fortalecerão e incentivarão a base para o crescimento pessoal e econômico “, disse Martina Hund-Mejean, Diretora Financeira da MasterCard.

“Com a melhoria do acesso às redes essenciais, as mulheres ficam mais bem preparadas para reconhecer todo o seu potencial e acelerar o crescimento mais inclusivo. É imperativo que os setores público e privado trabalhem juntos para resolver essas questões culturais e organizacionais e capacitar ainda mais as lideranças femininas”, disse Ann Cairns, Presidente de Mercados Internacionais da Mastercard.

O Índice sugere que os países com condições favoráveis estimulam mais empreendedores motivados pelas oportunidades (motivados pelo desejo de progredir), ao passo que os países com condições menos propícias tendem a criar mais empreendedores motivados pela necessidade (motivados pela necessidade de sobreviver).

O índice revela que o empreendedorismo feminino se desenvolve em ritmos e formas diferentes ao redor do mundo.

  • O que estimula o empreendedorismo feminino nos mercados em desenvolvimento? A determinação. Segundo o Índice da Mastercard, Uganda (34,8%, 1º), Bangladesh (31,6%, 6º), Vietnã (31,4%, 7º) e China (30,9%, 8º) foram os únicos mercados em desenvolvimento que se classificaram entre os dez primeiros mercados em número de mulheres empresárias, em termos percentuais, em relação ao total de proprietários de empresas.
  • Contudo, para um negócio ter sucesso e sobreviver é preciso mais que apenas determinação. Para ajudar as empreendedoras a prosperar, é preciso que elas tenham oportunidades de ascensão profissional, acesso a serviços e produtos financeiros, facilidade de fazer negócios e governança de qualidade, como visto na Nova Zelândia (74,4, 1º), Canadá (72,4, 2º), Estados Unidos (69,9, 3º), Suécia (69,6, 4º) e Singapura (69,5, 5º), que ocuparam as cinco primeiras posições do Índice Mastercard de Mulheres Empreendedoras.
  • Apesar de contarem com condições menos propícias, as mulheres da Malásia (63,9), no México (59,1) e no Reino Unido (67,9) acabam tendo êxito nos negócios graças ,em parte, a contextos empresariais vibrantes e dinâmicos que valorizam o status dos empresários de sucesso.

Recorte Brasil:

 O País, que ficou na 33ª posição do ranking global, conta com participação feminina em 28,2% do universo do empreendedorismo. As mulheres ocupam mais posições técnicas (55%) e apenas 38,2% estão na liderança dos empreendimentos.

Apesar desses números, o Brasil é o sexto país com maior avanço em relação ao empreendedorismo feminino. Além disso, as empreendedoras brasileiras têm mais acesso à educação superior que seus pares masculinos, tendo 54,6% delas realizado matrícula em universidades e faculdades, contra 40,2% dos empreendedores homens.

Metodologia 

 O Índice de Mulheres Empreendedoras da Mastercard segue a capacidade que empresárias têm de aproveitar oportunidades criadas por condições propícias dentro dos seus ambientes locais e usa a soma ponderada de três componentes: 1) “Resultados do avanço das mulheres” (nível de preconceito contra as mulheres no mercado de trabalho, em cargos de liderança política e empresarial, bem como a força financeira e o espírito empreendedor das mulheres), 2) “Capital intelectual e financeiro” (nível de acesso que as mulheres têm a serviços financeiros básicos, capital intelectual avançado e apoio a pequenas e médias empresas), e 3) “Condições propícias ao empreendedorismo” (percepções gerais sobre a facilidade de conduzir negócios localmente, a qualidade da governança local, a percepção das mulheres sobre os níveis de segurança e a percepção cultural da influência financeira das mulheres no lar).

 

O índice utiliza 12 indicadores e 25 sub-indicadores para saber como 54 economias da região Ásia-Pacífico, Oriente Médio e África, América do Norte, América Latina e Europa, representando 78,6% da mão-de-obra feminina do mundo, diferem em termos de resultados do avanço das mulheres, capital intelectual e financeiro, e condições propícias ao empreendedorismo.

 

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